terça-feira, 21 de agosto de 2012
Eu nasci !
Estava lá, num remoto 22 de maio de 1964, na destacada Coluna do Rádio do Jornal Folha de Londrina a nota em tipos uniformes:
Nasci !
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Teatro dará lugar a estacionamento
O Teatro Barracão deve virar estacionamento?
Faz 15 anos que o teatro não recebe eventos. Alguém se perguntou a razão?
De teatro só sobrou o nome e um barracão.
Culpa de 15 anos de administrações públicas municipais sem nenhuma compreensão do significado da palavra cultura.
Cultura ?
Não, esta palavra não se inclui no dicionário de quem só tem olhos para as planilhas de custos sempre crescentes de um teatro, este sim, TEATRO em letras garrafais que nunca termina.
Cultura é como árvore, demora a crescer e dar frutos.
Não é programa de governo, é programa de Estado.
Mas elles não sabem o que isto significa.
Derrubem o teatro, façam outra academia ao ar-livre. Outro playground também é bom. Tudo isso já existe no entorno do lago, mas um pouco a mais não fará mal.
Então, quando as futuras gerações forem gestadas no ânimo das onipresentes músicas ensurdecedoras que exalam de carros turbinados, estarão com músculos fortalecidos e mentes atrofiadas o suficiente para suportar outra geração educada em bobódromos.
Vote para selar o fim do teatro barracão.
Ele nunca receberá investimentos.
Nenhum grupo conseguirá viabilizar uma apresentação ali.
Não espere que a prefeitura vai facilitar.
Vote pelo fim de todos os teatros.
Façamos um estacionamento do Gilberto Mayer.
Ninguém assiste nada lá também.
Vamos transformar o novo-velho-eterno-inacabado teatro em um shopping.
Só assim ele terá público também.
Cultura de Cascavel,
natimorta, descanse em paz.
Faz 15 anos que o teatro não recebe eventos. Alguém se perguntou a razão?
De teatro só sobrou o nome e um barracão.
Culpa de 15 anos de administrações públicas municipais sem nenhuma compreensão do significado da palavra cultura.
Cultura ?
Não, esta palavra não se inclui no dicionário de quem só tem olhos para as planilhas de custos sempre crescentes de um teatro, este sim, TEATRO em letras garrafais que nunca termina.
Cultura é como árvore, demora a crescer e dar frutos.
Não é programa de governo, é programa de Estado.
Mas elles não sabem o que isto significa.
Derrubem o teatro, façam outra academia ao ar-livre. Outro playground também é bom. Tudo isso já existe no entorno do lago, mas um pouco a mais não fará mal.
Então, quando as futuras gerações forem gestadas no ânimo das onipresentes músicas ensurdecedoras que exalam de carros turbinados, estarão com músculos fortalecidos e mentes atrofiadas o suficiente para suportar outra geração educada em bobódromos.
Vote para selar o fim do teatro barracão.
Ele nunca receberá investimentos.
Nenhum grupo conseguirá viabilizar uma apresentação ali.
Não espere que a prefeitura vai facilitar.
Vote pelo fim de todos os teatros.
Façamos um estacionamento do Gilberto Mayer.
Ninguém assiste nada lá também.
Vamos transformar o novo-velho-eterno-inacabado teatro em um shopping.
Só assim ele terá público também.
Cultura de Cascavel,
natimorta, descanse em paz.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Criando Espaço prá Marvada
Estive lá na Cocavel batendo um papo sobre as delícias da Cachaça, nossa legítima aguardente nacional e aproveitei para divulgar nosso site sobre a bendita: www.marvada.wordpress.com
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Texto adaptado de: Luís Fernando Veríssimo in http://pensador.uol.com.br/frase/MjA1OTY/
sábado, 20 de agosto de 2011
Deveras, Vera.
Ainda hoje fui ao médico.
Na sala asséptica
tudo é rigor e ética,
com um fato assimétrico.
Na parede um anjo colorido
com ar sereno, me consola.
Ri da dor que me assola,
e esqueço o ombro dolorido.
É dela,
estou salvo,
é Vera!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
É a vida...
Eu, caminhando pela rua, converso com um amigo.
É triste envelhecer, ver o tempo passar e perceber, aos 45, que passamos da metade de nossa vida.
Em alguns anos, alguns de nossos melhores momentos serão na solidão do chuveiro.
Em mais alguns anos estaremos usando fraldas novamente.
Pelo caminho encontro conhecidos, falamos bobagens que fazem parte de nossas vidas.
Encontro minha musa.
Ela sorri, sem nada dizer eu a sigo e sento com ela na mesa do bar.
Dois chopes, palavras soltas, trocamos olhares, nossas mãos se tocam, sorrimos tolamente.
Ela ajeita o cabelo, disfarça um sorriso e vai.
Pergunto quando nos encontraremos novamente.
Ela sussura que sempre, e vai...
Observando extasiado seu corpo sedutor se dissolver na distância e se perder da multidão.
Me levanto e sigo. Meu amigo me alcança e me acompanha.
Em silêncio contemplo belas coisas pelo caminho.
Uma canção em minha mente.
É a vida, é bonita e é bonita...
Sabe amigo, é a vida!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O Rio de Janeiro continua lindo...
É,
Não há como amar o Brasil
e não amar o Rio.
Mas como amar
quem não sabe se amar?
Lixo, violência, descaso, mijo.
Quem viu se encanta,
mas não se espanta!
Para amar o rio,
é preciso que o rio se ame.
E para que não se inflame,
é preciso brio.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
No natal, meu amigo...
Eu queria um natal
vermelho e iluminado
como fosse um carnaval.
Um natal em família,
momento de oração
como fosse homilia.
Natal é alegria
contrição, reunião,
união, família.
Natal seria verde
como relva na manhã
alegre como serve
a quem não espera o amanhã.
Eu queria um natal,
que reunisse a família.
Não de sangue, mas leal
E que fosse só alegria.
Prá você meu amigo,
desejo feliz natal
e no ano novo conte comigo.
[]´s
MarceloM
sexta-feira, 2 de julho de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
She

She
acrílica sobre tela
90x70cm
Ela queria alegria
Mas se deitava avessa
Ao avesso da euforia.
Ela buscava poesia
Mas se entregava vazia
Ao vazio da melancolia.
O sonho se dilui
Perde a inocência
A alma abandona o que possui
E subverte a consciência.
Onde o amanhã levará
Cada passo poderá dizer
A carne macia se converterá
Em noites vazias de prazer.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
À beira da estrada
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
terça-feira, 13 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Máquinas delirantes

Motos são raras em filmes de ficção científica, mas quando aparecem são sempre impressionantes. A concepção destas máquinas flerta com os mais oníricos delírios de designers, artistas, escritores e diretores.
E é bom que seja assim. O futuro da moto ainda é uma incógnita.
Quais os limites que o futuro nos oferece para denominarmos um veículo de motocicleta?
Não falo das máquinas da série MadMax, afinal elas não são direrentes das atuais.

Mas o que dizer das máquinas de luz digital de "Tron - Uma Odisséia Eletrônica", da moto voadora de "A Ilha" e da moto policial do novo "Star Trek"? São todas elas exemplos do futuro da motocicleta?

No último episódio da série Exterminador do Futuro a estrela sobre duas rodas são as motos exterminadoras concebidas para deixar até os humanos sobreviventes de queixo caído.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Gripe Suína
segunda-feira, 24 de agosto de 2009

"Toda uma vida pode sucumbir
em momentos de transição
ou momentos de revelação.
Há uma escuridão maior
do que a que combatemos.
É a escuridão da alma
que perdeu seu caminho.
Maior que a morte da carne
é a morte da esperança,
a morte dos sonhos.
O futuro está à nossa volta
esperando em momentos de transição
para nascer em momentos de revelação.
Ninguém sabe a forma deste futuro
ou onde ele nos atingirá.
Só sabemos
que ele sempre nasce na dor."
G'Kar, em Babylon5
terça-feira, 21 de julho de 2009
PARALISIA
Me pára
Cara amarrada
boca fechada
honra manchada
mentira velada.
Me paralisa
hipocrisia
falta de poesia
mente doentia
alma vazia.
veja mais paralisias
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Mágico Alceu
O melhor show, justamente por seu caráter surpreendente.
A irreverência e alegria de Alceu Valença com sua performance midiática, aliado a um dos momentos mais criativos de sua carreira, fizeram do show "Mágico" de 1984, e que percorreu o Brasil em1985, um espetáculo inesquecível.
Permeado de canções que já fazem parte da história da MPB, como "Morena Tropicana" e "Anunciação", vinha entrecortado por baladas intimistas como "Solidão" e ricamente animado por canções como "Cambalhortas".
A fonte de inspiração de Alceu está nas riquezas históricas e culturas de sua amada Olinda, homenageada na bela letra de "Moinhos" e na melodia envolvente que nos embala ternamente na calma serena de suas serras e casarios.
Um turbilhão de cores e sons explode na batida do "Maracatu Colonial". Nas canções que enchem os ouvidos, nas performances que embevecem o olhar e na cumplicidade com o público em "Casaca de couro".
Este show redefiniu meus valores musicais e sob muitos aspectos me transformou.
Alceu: O homem, envelheceu. O músico, permanece. Mas o Mágico, esse é eterno!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Eu também quero cutucar
De longe o melhor programa da televisão brasileira.
A Grande Família completa neste 04 de junho 300 programas no ar. São nove anos de sucesso.
Ninguém certamente esperava que a reedição de um clássico dos anos 70 pudesse durar tanto tempo.
Mas a empatia dos personagem blilhantemente interpretados por atores competentes e apoiados por boas estórias escritas por roteiristas talentosos só poderia seguir este curso.
Evidente que nem todos os episódios são primorosos, mas é média é muito superior a qualquer coisa que se vê nas telas de tv.
O humorístico tem graça sem ser chulo. Também aborda temas espinhosos, delicados, atuais sem descambar para a panfletagem ideológica ou pregação politicamente correta.
Enfim, se presta muito bem a ser um espelho sem falsidades da classe media brasileira. E com muito bom humor.
Os episódios mais hilários são os que tem Agostinho (Pedro Cardoso) como âncora.
Mas justiça seja feita, na galeria dos mais-mais certamente estarão episódios que tem o nome da escritora Adriana Falcão entre os roteiristas (leia entrevista aqui).
"Injustiça seja feita", como diz Paulão da Regulagem, o site oficial do programa (http://agrandefamilia.globo.com/) não faz nenhuma citação aos roteiristas!
Até quando vai durar ninguém sabe dizer, mas a continuar do jeito que está, tomara que venham mais 300!
Assinar:
Postagens (Atom)








