Mostrando postagens com marcador Negócios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Negócios. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de maio de 2009

Uma nova estrela brilha no céu tupiniquim


Reagindo ao desempenho de mercado da Honda Shadow 750 a Yamaha primeiro derrubou os preços da Drag Star 650.
Agora lançou a XVS 950 MIDNIGHT STAR para enfrentar e com potencial para fazer as concorrentes comer poeira.
A estrela da meia noite chega com um estilo de linhas clássicas com componentes modernos no melhor estilo inaugurado pelas HD-Vrod e adotado com competência pela Suzuki Boulevard M800.
O destaque fica por conta da transmissão traseira por correia. Sistema mais econômico que o cardã e mais eficiente que a corrente.
As especificações dão conta de que a moto possui excelente torque e agradável dirigibilidade.
Por enquanto a Yamaha não anunciou oficialmente o fim da Drag Star, mas é provável que o faça em breve.
O novo modelo chegará custando R$ 34.900,00 + frete na cor vermelha e a preta custando R$ 300,00 a menos. Isso é aproximadamente R$ 10.000,00 a mais do que se paga por uma Drag Star 650.
É mais do que se paga por uma Harley Davidson XL 883 e quase o mesmo que se paga por uma HD Dyna Super Glide ou numa Suzuki Boulevard M800.
Mas o foco é mesmo superar a Honda Shadow 750. Se contra esse forte concorrente pesa negativamente o preço quase R$ 4.000,00 mais caro, sobram adjetivos que fazem da Midnight um forte concorrete.
Agora é esperar que chegue às revendas para saciar o desejo de novidades do mercado custom.

terça-feira, 8 de maio de 2007

Quem precisa de uma empresa assim?


Bill Gates não desiste, quer ser o supremo imperador do mundo da tecnologia. Tentar absorver a Yahoo é mais uma tentativa de fazer frente aos concorrentes.

Quando a NetScape dominava a internet a Microsoft usou de todos os meios para que o Explorer subjugasse o concorrente.

Enfrentou processos de dumping na Europa por se negar a desenvolver uma ferramenta de desinstalação do seu browser alegando que o mesmo era essencial para o funcionamento do windows.

Perdeu essa batalha, mas conseguiu que o Explorer aparecesse em quase 90% do computadores conectados à internet.

Hoje sua liderança vem sendo progressivamente minada por concorrentes como o Firefox e outros menores.

No segmento de sites ela sempre levou um banho da concorrência. O seu MSN nunca foi líder, primeiro perdendo feio para a Yahoo! e agora para o Google.

O ditado diz "se você não pode vencer o inimigo, alie-se a ele" mas a cartilha capitalista agressiva da Microsoft adaptou-o para "se não pode vencê-lo, compre-o".

Para continuar sendo a maior vale tudo, ou quase tudo. Várias iniciativas interessantes que nasceram nos laboratórios ou quartos de adolescentes tiveram destino ingrato. Foram absorvidas e eventualmente sufocadas pelo interesse monopolista da Microsoft. Poucas tiveram fôlego para ganhar corpo e conquistar mercado por suas qualidades técnicas.

O hotmail foi um dos primeiros grandes provedores e e-mail gratuito da internet. Era bom até que a Microsoft comprou-o.

Nos resta continuar torcendo para que exista quem faça valer o outro célebre ditado, "quem não é o maior, tem que ser o melhor", senão daqui a pouco vamos ficar sem opções.

O Google tem conseguido manter essa chama acesa, mesmo sendo o maior em alguns segmentos. E esse é o único modelo de grande corporação que o mercado parece disposto a aceitar.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Até onde eles vão chegar?








Não passa dia sem que se anuncie alguma nova investida comercial do Google.

Algumas vezes adquirindo uma nova empresa, como a recente compra da DoubleClick por US$ 3,1 bilhões.

Noutras lançando novos produtos ou serviços, como é o caso do Google Checkout para pagamento de compras online e que concorrerá diretamente com o sistema PayPal do eBay.

Em qualquer dos casos, o que fica evidente é a sanha investidora do Google que rapidamente vem espalhado seus tentáculos em vários segmentos do mercado on-line.

Recentemente foi anunciado que o Google é, disparado, o maior e mais acessado site de buscas de todos os tempos.

Junte-se a isso os demais serviços de sucesso e qualidades comprovadas como Orkut, blogger, Picasa, Gmail, YouTube, etc., e tem-se o mais bem-sucedido conglomerado de mídia dos últimos tempos.

O Google caminha a passos largos para ser a primeira grande companhia digital do século XXI.

É o Grande-Irmão da internet.

Se as empresas fossem como pessoas e pudéssemos analisar o dna desta companhia, poderíamos dizer que ela é filha da Microsoft e da Apple. Tem corpo da primeira e a alma da segunda.

É uma questão de tempo para o Google alcançar o mesmo sucesso comercial e financeiro de companhia de Bill Gates.

Mas conseguirá manter o legado inovador e simpatia dos consumidores que sempre foram uma marca registrada da empresa encabeçada por Steve Jobs?

Talvez seja porque estas empresas "tem" a cara de seus donos. Gates é antipático e Jobs não.

Qual a cara do Google então?

Parece que eles querem que ela tenha a nossa cara!

terça-feira, 2 de maio de 2006

Nova Visão sobre o Consultor

Uma empresa freqüentemente nasce pela coragem e determinação de um empreendedor, cresce pela força do trabalho gerando um contínuo processo de burocratização até que, num belo dia, o dito empreendedor se descobre empresário, responsável por um amplo conjunto de atividades que o sufocam e o impedem de cuidar do "negócio" da empresa propriamente dito.
Uma alternativa muito comum, por exemplo, é decidir pela compra de um computador no qual "se joga tudo lá dentro e sai prontinho". Mas quando começa a perceber o que existe por trás da compra de um computador, ele simplesmente desiste ou acaba investindo seu escasso capital com uma ponta de receio de estar sendo ludibriado.
O mais sensato seria contratar um consultor, ou uma empresa de consultoria para auxiliar o empresário a tomar um caminho seguro e promissor, afinal, quando penetramos em um território que nos é adverso temos que nos munir de armas e acessórios que garantem a nossa sobrevivência.
Ora, quando vamos ao médico e o ouvimos dizer que precisamos fazer isso ou aquilo para nos curarmos de uma indisposição, o mesmo sentimento acima exposto nos acomete. Ou desistimos do tratamento por considerá-lo muito caro ou muito sacrificante, ou nos submetemos a ele com uma ponta de desconfiança. Se o tratamento não surte efeito logo esbravejamos que o médico estava errado e que a receita do vizinho era mais eficaz. Nunca nos lembramos que não seguimos a risca a receita ou ainda que ocultamos algumas peculiaridades que impediram um diagnóstico preciso. Mas se nos curamos, gostamos de ressaltar que aquele "chazinho da vovó" foi crucial para a recuperação.
Com uma empresa não é diferente. Se a considerarmos como um organismo vivo, mutável segundo as leis sócio-econômicas e sensível ao meio ambiente, veremos que a analogia é perfeitamente cabível.
O empresário freqüentemente recorre aos consultores quando sua empresa atravessa dificuldades dos mais variados portes e com mais freqüência ainda reluta em pagar pelo tratamento ou ainda segui-lo com a rigidez necessária para o seu sucesso.
Há exceções é claro, e se não houvessem certamente não haveriam mais profissionais dedicados ao trabalho de consultoria de empresas, e se houvessem, seriam apenas mercenários movidos pelo dinheiro.
E pode-se constatar que a maioria é de profissionais movidos principalmente pelo ideal do trabalho honesto e objetivo. São homens que fazem da excelência da técnica e da aplicação objetiva de teorias o seu dia-a-dia, o seu ganha pão.
O empresário deve ter em mente que todo indivíduo tem suas limitações o que faz do trabalho de equipe, to injustamente discriminado neste país, a melhor ferramenta para a solução de problemas.
A empresa faz parte da vida do empresário, é o seu negócio, e certamente ninguém melhor do que ele para conhecer seus problemas e suas necessidades. Mas este cotidiano freqüentemente causa miopia, que como no caso da doença propriamente dita, facilmente passa despercebida sendo notada apenas quando muitas cores e formas, muitas oportunidades enfim, já se perderam para sempre nas brumas do passado.
Para combater a miopia só há duas alternativas: ou nos submetemos a uma cirurgia, mais traumática e custosa (contratamos ou elegemos funcionários que seriam treinados para produzir soluções caseiras para os problemas da empresa, correndo o risco de não alcançar o resultado desejado), ou aderimos à muleta representada pelos óculos ou lentes de contato dos mais variados tipos e formas, que não representam uma cura, mas que oferecem uma solução imediata com menos traumas e custos, apesar do inconveniente de serem permanentes (uma consultoria externa é uma solução rápida e freqüentemente mais barata, mas que causa dependência quase permanente).
O empresário deve avaliar o custo-benefício de cada alternativa e escolher a que mais lhe convém.
O consultor por sua vez também tem suas limitações, ele não pode e não consegue ser suficientemente precisão em suas observações e no seu diagnóstico sem o auxílio do empresário. Uma empresa, sem o espírito do empresário, torna-se um grande aglomerado de pessoas e produtos, expressivos apenas através de gráficos de receitas e despesas.
A colaboração, e acima de tudo, a confiança e o respeito mútuo, é vital para o sucesso do empreendimento.
Mas como assegurar essa situação? Como saber se o consultor possui o perfil que garanta tal relacionamento construtivo?
Não existem regras definitivas e o bom senso acaba demonstrando novamente sua importância. Critérios tradicionalmente empregados para definir a competência de um fornecedor podem minimizar os riscos.
Quando escolhemos um médico para cuidar de nossa saúde levamos em conta não apenas a sua eficiência no atendimento e cura de seus pacientes, ou seja, sua competência. Fatores to variados como a localização do seu consultório, sua disponibilidade de horário, rapidez no atendimento, simpatia, amabilidade, objetividade, sinceridade, seu currículo e o preço de sua consulta são também considerados.
São fatores variados, mas que se agregam firmemente formando o que os especialistas em marketing denominam MIX de produtos. O produto propriamente dito é a cura, pois é o que desejamos obter quando procuramos o médico, é o produto tangível. Todos os demais elementos são agregados intangíveis do produto. Mesmo quando já nos submetemos ao tratamento temos dúvida se conseguiremos ou não obter o produto que buscamos.
Analogamente o trabalho dos consultores tem a mesma característica de serem intangíveis, não serem sólidos. Mesmo as planilhas e gráficos, os relatórios e conclusões do profissional parecem incompreensíveis, como as receitas médicas. Somente os resultados que se sobressaem de sua aplicação podem ser percebidos com clareza, por isso o receio do empresário em aceitar o trabalho do consultor. Simplesmente por que o resultado só poderá ser totalmente compreendido e visualizado quando for "tarde demais".
Dessa forma, somente o emprego de critérios como os que nos levam a escolher um médico, por exemplo, pode nos levar a escolher um consultor.
Acima de tudo o empresário deve ter em mente que não há cura para quem não quer ser curado.
Nem deve iludir-se acreditando que exista uma fórmula mágica para curar todos os males de sua empresa. Cada caso deve ser avaliado sem preconceitos pelo "médico" e pelo "paciente".

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Filmes Legais no Computador

Depois da Apple começar a vender filmes pela internet chegou a vez da Warner anunciar que vai entrar nesse mercado.
http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/InternetInterna.aspx?GUID=25D4E58E-12A5-4029-842B-DA9D3F47EBE0&ChannelID=2000012
Não é um anúncio que se deva desprezar. A Warner é a dona de um dos maiores e melhores acervos do cinema. Possui ainda no seu portfólio inúmeras séries de sucesso e ainda todo o universo dos desenhos animados que incluem personagens como Pernalonga e sua turma.
Se eles viabilizarem um sistema de fornecimento de mídia digital pela internet que seja interessante para o consumidor (entenda-se barato) e para o fornecedor (entenda-se lucrativo) teremos então uma guinada violenta no mercado de produção visual.
Note-se que a indústria não é contra a internet. Historicamente ela sempre aderiu às novas tecnologias de distribuição (TV, Vídeo, Cabo, DVD). O que ela nunca deixou de fazer foi lucrar com isso de alguma maneira. Seja pela venda ou locação.
Não podia ser diferente na internet.
O P2P para o usuário doméstico não é muito diferente do que foi o gravador para o amante de música a vinte anos. Uma oportunidade para ver e rever o produto que aprecia. Se para o amante da música de então a fonte era o rádio e menos usualmente o bolachão de algum amigo, hoje são os milhares de computadores conectados à internet.
A grande diferença de hoje é que a qualidade muitas vezes é igual ao original e mesmo não o sendo há muita gente inescrupulosa lucrando com o comércio ilegal.
E contra isso, tanto a indústria quanto um ocasional espectador de "friends" tem que ser contra.

terça-feira, 31 de janeiro de 2006

adEUs, Robô


Pois não é que quando começamos a acreditar que um dos mais belos sonhos da ficção pode estar dando os primeiros passos concretos se tornar realidade um banho de água fria nos faz lembrar que a realidade pode ser bem mais pragmática.
Não é por dificuldades técnicas ou mesmo tecnofobias que a Sony, a empresa que mais ganhou dinheiro com robôs domésticos vai deixar de fabricá-los.
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012006/27012006-5.shl
É grana mesmo. A mesma que alimenta a ganância que já fez desaparecer tantos produtos e idéias fantásticas, mas que não tinham viabilidade econômica. Ou seja, não dão tanto lucro quando a sanha capitalista deseja consumir.
Exemplos? Na TV temos Jornada nas Estrelas - Enterprise, Babylon 5 - Crusade, Babylon 5 - A Lenda dos Rangers.
Nas prateleiras dos supermercados eu sinto falta do chocolate Sem-Parar...